Campanhas
A Maiambiente tem apostado na promoção de campanhas de sensibilização e educação no sentido de informar sobre as suas atividades que impactam os seus clientes, bem como incentivar a atitudes mais amigas do ambiente. Ficam aqui exemplos de alguns projetos em curso ou já concluídos.
Do jardim à terra, naturalmente!

A Maiambiente arrancou com uma nova campanha de comunicação e de sensibilização ambiental que desafia os maiatos a transformar os resíduos de jardim em novos recursos para a terra, promovendo a economia circular à escala local. Tudo o que nasce da natureza pode — e deve — regressar à natureza. É com base neste princípio fundamental de sustentabilidade que a Maiambiente apresenta a sua mais recente campanha, “Do jardim à terra, naturalmente!”, iniciativa pretende consciencializar a população para a importância da correta separação e valorização dos resíduos provenientes de espaços verdes.
Quando cuidamos do jardim, produzimos folhas, flores, relva e ramos. Muitos olham para estes materiais como desperdício mas, na verdade, estes materiais podem voltar à terra e ganhar uma nova vida. Quando encaminhados corretamente, estes resíduos ganham uma nova vida, transformando-se em composto orgânico de alta qualidade que enriquece o solo e alimenta novas plantas. É precisamente este ciclo natural e livre de desperdício que inspira a nova campanha da Maiambiente.
Saiba mais aqui.
Recicle + Pague –

O projeto Recicle Mais Pague Menos é o modelo de tarifa indexada à produção de resíduos, pioneiro em Portugal, e que está implementado na Maia. Este modelo, vulgarmente conhecido por PAYT (Pay-As-You-Throw), permite calcular a Tarifa do Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos (TSGRU) em função do volume de lixo indiferenciado recolhido, e não do consumo de água. Desta forma, o principal objetivo é tornar possível que os munícipes paguem apenas pelos resíduos que não reciclam.
A implementação deste modelo está a ser faseada, de acordo com a tipologia de habitação, tendo ocorrido a primeira fase em moradias unifamiliares, processo já concluído em 2023, a segunda fase em edifícios multifamiliares dotados de compartimentos de resíduos (em implementação desde 2024), e uma terceira fase em edifícios multifamiliares que utilizam equipamentos coletivos de via pública (em implementação desde 2025).
Recicle Mais Pague Menos: o que é?
Trata-se de uma iniciativa do município da Maia, pioneira a nível nacional, que tem como objetivo tornar mais justa a tarifa paga pelos munícipes quanto à gestão dos resíduos.
O que muda na Tarifa?
A tarifa de gestão dos resíduos deixa de estar associada ao consumo de água (€/m3) e passa a estar associada, exclusivamente, aos resíduos indiferenciados produzidos (€/L). É, assim, aplicado o princípio do poluidor-pagador (PAYT – Pay As You Throw).
Em que consiste a Tarifa?
A Tarifa do Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos (TSGRU) contém uma componente fixa, devida pela disponibilidade do serviço e aplicável a todos os clientes, e uma variável, em função do nível da utilização do serviço. A componente variável da tarifa passa a estar indexada, exclusivamente, à produção de resíduos indiferenciados.
A adesão a este modelo é facultativa?
Não. O Decreto-Lei n.º 73/2011 estabelece a obrigatoriedade de implementação do sistema PAYT em todos os municípios, até 2030.
Como está a ser implementado o Recicle Mais Pague Menos?
A implementação do modelo está a ser gradual, de acordo com a tipologia de cliente. Assim, a primeira fase foi dedicada às moradias unifamiliares, processo já concluído em 2023; a segunda fase teve como alvo os clientes de edifícios multifamiliares; e uma terceira fase, em curso, está a ser aplicada aos utilizadores de equipamentos coletivos existentes na via pública. Também os clientes não domésticos (empresas/serviços/comércios) têm vindo a ser incluídos no alargamento deste modelo, que se pretende mais justo.
Quais são as especificações das tipologias?
Os clientes das moradias unifamiliares possuem solução individual de contentores, com identificadores eletrónicos, para colocar à recolha (o modelo porta-a-porta).
Já os clientes de edifícios multifamiliares, com solução própria para deposição de resíduos (compartimento/logradouro), partilham os contentores. Os equipamentos também estão dotados com identificadores eletrónicos.
No caso dos clientes de edifícios multifamiliares sem solução própria para deposição de resíduos, os contentores utilizados são os existentes na via pública. As tampas destes equipamentos têm um sistema de controlo de acessos, motivo pelo qual foram atribuídas chaves eletrónicas aos respetivos utilizadores.
O que posso reciclar?
Todas as embalagens de papel e cartão, plástico, metal e vidro devem ser colocadas nos respetivos contentores seletivos. Também os resíduos como pilhas, baterias e equipamentos elétricos têm locais próprios para deposição. Assim, apenas os resíduos sem valorização devem ser encaminhados para o indiferenciado.
E os resíduos recicláveis têm algum custo?
Não existe qualquer custo respeitante ao papel/cartão, às embalagens de plástico e de metal, às embalagens de vidro, aos resíduos alimentares, aos resíduos de jardim, aos objetos volumosos, aos resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, ou ao uso dos ecocentros.
Vantagens do sistema PAYT
O sistema PAYT, promove uma maior justiça tarifária e incentiva à devida separação dos materiais recicláveis permitindo, assim, um menor encaminhamento de resíduos para o indiferenciado e, consequentemente, menor impacto financeiro. Adicionalmente, potencia uma gestão mais sustentável dos recursos naturais.
O que é necessário para aderir?
Nada. O novo modelo de cálculo da tarifa será implementado de forma automática.
Como é feito o registo das recolhas/acessos?
O registo das recolhas/acessos, realizado através de identificador eletrónico ou de chave eletrónica, é processado em plataforma tecnológica de gestão de dados.
Onde posso consultar o registo das recolhas/acessos?
O registo das recolhas/acessos pode ser consultado na Área Reservada do Cliente.
Onde posso consultar o Tarifário?
O Tarifário encontra-se disponível aqui.
Como é feita a cobrança da tarifa?
A tarifa continua a ser faturada e cobrada pelos SMAS da Maia, mantendo a descrição “Resíduos Urbanos”.
Consulte as especificações de cada implementação:
Equipamentos em Habitações Unifamiliares
Equipamentos em Habitação Multifamiliar com compartimentos de lixo
Equipamentos em Habitação Multifamiliar sem compartimentos de lixo
Veja, aqui , a informação sobre o lançamento do projeto.
Escola + Circular
Campanha de Sensibilização para a Comunidade Escolar com vista à redução do desperdício alimentar e valorização dos biorresíduos

O projeto Escola + Circular pretende aumentar a perceção ambiental da comunidade escolar para a necessidade de, por um lado, reduzir o desperdício alimentar e, por outro, valorizar os biorresíduos, através da dinamização de ações que permitem o fecho do ciclo dos materiais e valorização dos nutrientes. O projeto pretende, assim, criar e implementar ações de educação e sensibilização ambiental que fomentem a mudança de comportamentos relacionados com o combate ao desperdício alimentar, que promovam hábitos de correta separação dos resíduos alimentares e incutam a participação em ações de tratamento na origem.
As ações de sensibilização serão suportadas pela instalação ou incentivo à utilização de equipamentos de tratamento na origem de resíduos nas seguintes escolas – Escola Básica do Castêlo da Maia, Escola Básica de Gueifães, Escola Básica Dr. Vieira de Carvalho e Escola Básica de Pedrouços, promovendo as condições para demonstração no local do potencial de tratamento dos biorresíduos e de recuperação dos seus nutrientes na regeneração dos solos.
Estão previstas ações como: Workshop com o Chef, Sessão de capacitação nas cantinas escolares, Concurso inter-escolar, Regenerar os solos para o fecho de ciclo, Campanha de educação ambiental para os alunos do 1º, 2º e 3º ciclo (com a dinamização de jogos de chão, ecoquizz e e-book) e uma ação de voluntariado ambiental e social.
O projeto tem o apoio República Portuguesa | Ambiente e Energia, Fundo Ambiental e ENEA 2020 | Estratégia Nacional de Educação Ambiental.
Sessão de lançamento do projeto e Workshop com o Chef
Sessões de Sensibilização nas Escolas
Sessão de Capacitação com os Técnicos das Cantinas
Regenerar os Solos para fechar o Ciclo
Venha ajudar a construir um compostor
Concurso “Diz Não ao Desperdício Alimentar”
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Os seus resíduos vão ganhar uma nova vida

Recolher os restos de comida para os valorizar, é o objetivo do projeto que começou a ser implementado em 2021. Esta fase teve como público-alvo o cliente doméstico de edifícios multifamiliares, com o uso de compartimentos, vulgo “casas do lixo”. O projeto serviu 16 mil fogos (cerca de 40 mil habitantes) e visou recolher, de forma seletiva, os resíduos alimentares. Sendo fundamental avançar com a recolha dos alimentares a todo o município, a campanha teve continuidade chegando às habitações unifamiliares e multifamiliares. Estes resíduos são um recurso, uma vez que, depois de tratados, podem dar origem a um composto, devolvendo à terra o que é da terra.
Concluídas
Mais valor, Menos Impacto
Campanha de sensibilização dedicada às empresas da Maia
Feira Limpa, compras com gosto
Chegou à Feira de Pedras Rubras.
Remobilarte
Restauro de Mobiliário Usado


